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CMOS TRADICIONAL x CMOS RETROILUMINADO

O sensor CMOS tradicional é construído de uma forma parecida ao olho humano, com lente na frente e fotodetector ao fundo. Entre eles há circuitos metálicos e transistores. A tecnologia de sensores retroiluminados (SRI ou BSI, em inglês) contém os mesmos elementos, mas em outra ordem.

A superfície de recepção de luz e os fotodiodos ficam na frente dos elementos de cobre e alumínio. Desta forma, mais luz é capturada, pois não há “obstáculos” no caminho. É um ordenamento semelhante aos olhos dos cefalópodes, ou seja, lulas, polvos… 🦑❤️ Os ganhos atuais são por volta de 1/2 stop de íris e beneficiam mais pixels pequenos. Algo providencial para sensores com muita resolução, pois quanto mais pontos, menores eles são e menos luz captam.

Outra vantagem é a capacidade de leitura simultânea de todos os pixels. Cada pixel possui seu próprio conversor analógico–digital, amenizando problemas da leitura linear dos CMOS tradicionais, como efeito de geleia (rolling shutter), faixas em superfícies iluminadas por leds ou fluorescentes, além de permitir fotos com flash a tempos de obturador mais rápidos.

A tecnologia permite ainda um aumento nas velocidades de leitura e gravação.

Diversos fabricantes já tem câmeras com SRI. Muitas com ótimas especificações para o audiovisual. Podemos citar:

• Panasonic (FZ1000 II)
• Fujifilm (X-T4)
• Nikon (D850, D780, Z7)
• Samsung (NX500, NX1)
• Sigma (fp) – Sony (A7 III, A7R IV, A9 II)

A Canon ainda não apresentou sensores com tal rearranjo. Deve ter outros caminhos para melhorá-los. Pode ser também que as adversidades que precisam ser contornadas nos SRI expliquem sua abstenção.

A construção SRI é mais complexa que a CMOS clássica. São mais frágeis na fabricação. Há fluxo de corrente mesmo quando o sensor não está iluminado. E matrizes de transistores atrás de fotocatodos pode gerar algum tipo de mistura de cores e ruído na imagem.

Mas quando fabricantes lançam suas inovações, elas já foram testadas em situações limítrofes, ainda assim apresentando vantagens. Não haveria sentido, por exemplo, a Sony fazer uma câmera sucessora com o novo sensor caso não houvesse evolução sobre o sensor antigo. É o caso da A7 III em relação à A7 II.

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